Socióloga. Escritora. 'Performer'. Cantora. Na diversificada trajectória laboral (que iniciei aos 17 anos), destaco: construção de um modelo compreensivo de análise de trajectórias para construção da mudança (como se sai da pobreza? como se dá a volta por cima?) - processos de requalificação sócio-identitária, PRSI; 29 anos docente universitária e investigadora; especialista em Entrevista em Profundidade, Análise Compreensiva-Qualitativa de dados, Estudo de Casos, Análise de Conteúdo, Questionário e Sociologia do Quotidiano/Modos de Vida; formadora de adultos (metodologia Paulo Freire); avaliadora de projectos (europeus e nacionais) de Investigação-Acção; autora de espectáculos de leitura encenada (cerca de uma hora de leitura encenada com canto 'a Capela'); edições de autora [edições SulMoura. Maria Toscano edições de autor]
“Cela a démarré dans les années 2000 où on a assisté à une surinformation qui a conduit à l’ignorance.
Les 15-29 ans ne lisent plus de livres. En revanche, ils lisent davantage sur les réseaux sociaux, les blogs…
D’après une étude de l’Université de Yale, la lecture sur internet n’est pas la même : les informations se superposent les unes aux autres alors que la lecture d’un livre permet de pénétrer les pensées de l’auteur et de structurer les informations.
Cela organise le cerveau.
D’autres études sont à rapprocher de cela : les Français auraient perdu 4 points de QI entre 1989 et 2009, phénomène mesuré aussi en Angleterre ou aux États-Unis. Wikipédia est le plus bel exemple des effets pervers d’internet.
On a donné la culture aux imbéciles.
Si dans le domaine scientifique, les notices sont rédigées par des experts, dans le domaine de la littérature et en histoire, c’est un agrégat d’informations nivelées par le plus grand nombre.
Il n’y a plus de hiérarchisation du savoir.
On est à l’époque du relativisme culturel. Tout se vaut.
Ainsi la page de Kim Kardashian sera bientôt plus longue que celle de Montaigne et le grand poète grec Homère a déjà moins d’articles que Homer Simpson.” [re-formatação minha]
“Desde sempre, na poesia de Maria Toscano há esta dimensão dramática e performativa.
Eu devo dizer que durante algum tempo não percebi muito bem
o que estava a acontecer nos primeiros livros dela
até que assisti a um lançamento e à performance que ela realizou a partir daquele texto.
Portanto há aqui uma dimensão performativa, dramática, teatral e ela é – como penso que muita gente aqui saberá isso -, uma performer por exce|ência, e que chama a si essa origem bárdica e mágica.
Ela transforma-se quase numa feiticeira, numa sacerdotisa (…)
portanto, a poeta que conhece e procura as fórmulas mágicas para a transformação do olhar sobre o real.”
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Prof.ª Doutora Graça Capinha da Fac. Letras da Universidade de Coimbra.Fragmentos da sua Apresentação expressamente vídeo-gravada (27 minutos) para o lançamento da Colectânea Ciclo da Prata em Coimbra na Casa da Escrita, a 8 Dezembro/2017.