Blog Maria Toscano

para Graça Capinha: a maior metáfora de Ciclo da Prata de Maria Toscano é…

para Graça Capinha: a maior metáfora de Ciclo da Prata de Maria Toscano é…

“este texto do ‘Ciclo da Prata’ (…) é uma poesia de mar, uma poesia de marés …

… e… esse espaço marítimo e líquido é aqui associado

– talvez seja essa a maior metáfora do texto – é aqui associado ao amor. (…)”.

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Prof.ª Doutora Graça Capinha da Fac. Letras da Universidade de Coimbra.

Fragmentos da sua Apresentação expressamente vídeo-gravada (27 minutos) para o lançamento da Colectânea Ciclo da Prata

em Coimbra na Casa da Escrita, a 8 Dezembro/2017.

Homer Simpson tem mais artigos do que o Poeta grego Homero

Homer Simpson tem mais artigos do que o Poeta grego Homero

“Cela a démarré dans les années 2000 où on a assisté à une surinformation qui a conduit à l’ignorance.

Les 15-29 ans ne lisent plus de livres. En revanche, ils lisent davantage sur les réseaux sociaux, les blogs…

D’après une étude de l’Université de Yale, la lecture sur internet n’est pas la même : les informations se superposent les unes aux autres alors que la lecture d’un livre permet de pénétrer les pensées de l’auteur et de structurer les informations.
Cela organise le cerveau.

D’autres études sont à rapprocher de cela : les Français auraient perdu 4 points de QI entre 1989 et 2009, phénomène mesuré aussi en Angleterre ou aux États-Unis. Wikipédia est le plus bel exemple des effets pervers d’internet.

On a donné la culture aux imbéciles.

Si dans le domaine scientifique, les notices sont rédigées par des experts, dans le domaine de la littérature et en histoire, c’est un agrégat d’informations nivelées par le plus grand nombre.

Il n’y a plus de hiérarchisation du savoir.

On est à l’époque du relativisme culturel. Tout se vaut.

Ainsi la page de Kim Kardashian sera bientôt plus longue que celle de Montaigne et le grand poète grec Homère a déjà moins d’articles que Homer Simpson.” [re-formatação minha]

ler mais aqui.

 

uma poética do quotidiano – Graça Capinha sobre colectânea Ciclo da Prata de Maria Toscano

uma poética do quotidiano – Graça Capinha sobre colectânea Ciclo da Prata de Maria Toscano

“Outro poeta de que eu me lembrei muito a propósito desta poesia e que me lembra sempre muito é William Williams,

ou seja, um poeta modernista do início do séc. XX que defende, exactamente,

uma estética do quotidiano, uma poética do quotidiano.

Eu acho que é isso também que encontramos neste livro.

Há aqui realmente uma ênfase muito grande no sentido do lugar

que é reforçado pela própria identificação do espaço,

do lugar em que o texto foi criado.

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Prof.ª Doutora Graça Capinha da Fac. Letras da Universidade de Coimbra.

Fragmentos da sua Apresentação expressamente vídeo-gravada (27 minutos) para o lançamento da Colectânea Ciclo da Prata

em Coimbra na Casa da Escrita, a 8 Dezembro/2017.

Poesia de Maria Toscano, para Graça Capinha: dimensão dramática e performativa – chama a si essa origem bárdica e mágica

Poesia de Maria Toscano, para Graça Capinha: dimensão dramática e performativa – chama a si essa origem bárdica e mágica

“Desde sempre, na poesia de Maria Toscano há esta dimensão dramática e performativa.

Eu devo dizer que durante algum tempo não percebi muito bem

o que estava a acontecer nos primeiros livros dela

até que assisti a um lançamento e à performance que ela realizou a partir daquele texto.

Portanto há aqui uma dimensão performativa, dramática, teatral e ela é – como penso que muita gente aqui saberá isso -, uma performer por exce|ência, e que chama a si essa origem bárdica e mágica.

Ela transforma-se quase numa feiticeira, numa sacerdotisa (…)

portanto, a poeta que conhece e procura as fórmulas mágicas para a transformação do olhar sobre o real.”

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Prof.ª Doutora Graça Capinha da Fac. Letras da Universidade de Coimbra.Fragmentos da sua Apresentação expressamente vídeo-gravada (27 minutos) para o lançamento da Colectânea Ciclo da Prata em Coimbra na Casa da Escrita, a 8 Dezembro/2017.

Foto © DidierDidier Rougier Photographe. 24 Nov./2013. [Museu Nacional Machado de Castro. Leitura Encenada ‘Resguardo das Esfinges. Declinações do Branco.”]