Blog Maria Toscano

para Graça Capinha: a maior metáfora de Ciclo da Prata de Maria Toscano é…

para Graça Capinha: a maior metáfora de Ciclo da Prata de Maria Toscano é…

“este texto do ‘Ciclo da Prata’ (…) é uma poesia de mar, uma poesia de marés …

… e… esse espaço marítimo e líquido é aqui associado

– talvez seja essa a maior metáfora do texto – é aqui associado ao amor. (…)”.

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Prof.ª Doutora Graça Capinha da Fac. Letras da Universidade de Coimbra.

Fragmentos da sua Apresentação expressamente vídeo-gravada (27 minutos) para o lançamento da Colectânea Ciclo da Prata

em Coimbra na Casa da Escrita, a 8 Dezembro/2017.

uma poética do quotidiano – Graça Capinha sobre colectânea Ciclo da Prata de Maria Toscano

uma poética do quotidiano – Graça Capinha sobre colectânea Ciclo da Prata de Maria Toscano

“Outro poeta de que eu me lembrei muito a propósito desta poesia e que me lembra sempre muito é William Williams,

ou seja, um poeta modernista do início do séc. XX que defende, exactamente,

uma estética do quotidiano, uma poética do quotidiano.

Eu acho que é isso também que encontramos neste livro.

Há aqui realmente uma ênfase muito grande no sentido do lugar

que é reforçado pela própria identificação do espaço,

do lugar em que o texto foi criado.

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Prof.ª Doutora Graça Capinha da Fac. Letras da Universidade de Coimbra.

Fragmentos da sua Apresentação expressamente vídeo-gravada (27 minutos) para o lançamento da Colectânea Ciclo da Prata

em Coimbra na Casa da Escrita, a 8 Dezembro/2017.

Poesia de Maria Toscano, para Graça Capinha: dimensão dramática e performativa – chama a si essa origem bárdica e mágica

Poesia de Maria Toscano, para Graça Capinha: dimensão dramática e performativa – chama a si essa origem bárdica e mágica

“Desde sempre, na poesia de Maria Toscano há esta dimensão dramática e performativa.

Eu devo dizer que durante algum tempo não percebi muito bem

o que estava a acontecer nos primeiros livros dela

até que assisti a um lançamento e à performance que ela realizou a partir daquele texto.

Portanto há aqui uma dimensão performativa, dramática, teatral e ela é – como penso que muita gente aqui saberá isso -, uma performer por exce|ência, e que chama a si essa origem bárdica e mágica.

Ela transforma-se quase numa feiticeira, numa sacerdotisa (…)

portanto, a poeta que conhece e procura as fórmulas mágicas para a transformação do olhar sobre o real.”

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Prof.ª Doutora Graça Capinha da Fac. Letras da Universidade de Coimbra.Fragmentos da sua Apresentação expressamente vídeo-gravada (27 minutos) para o lançamento da Colectânea Ciclo da Prata em Coimbra na Casa da Escrita, a 8 Dezembro/2017.

Foto © DidierDidier Rougier Photographe. 24 Nov./2013. [Museu Nacional Machado de Castro. Leitura Encenada ‘Resguardo das Esfinges. Declinações do Branco.”]