“Outro poeta de que eu me lembrei muito a propósito desta poesia e que me lembra sempre muito é William Williams,
ou seja, um poeta modernista do início do séc. XX que defende, exactamente,
uma estética do quotidiano, uma poética do quotidiano.
Eu acho que é isso também que encontramos neste livro.
Há aqui realmente uma ênfase muito grande no sentido do lugar
que é reforçado pela própria identificação do espaço,
do lugar em que o texto foi criado.
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Prof.ª Doutora Graça Capinha da Fac. Letras da Universidade de Coimbra.
Fragmentos da sua Apresentação expressamente vídeo-gravada (27 minutos) para o lançamento da Colectânea Ciclo da Prata
em Coimbra na Casa da Escrita, a 8 Dezembro/2017.


